Um tema que há anos vem sendo discutido no Brasil.
É cientificamente comprovado que a erva Cannabis Sativa é benéfica para fins terapêuticos, porém, ao mesmo tempo, é uma droga alucinógena.
Assim como o cigarro, a fumaça da maconha é prejudicial à saúde, e a erva pode causar dependência. O que diferencia a maconha do cigarro é o “barato” que ela causa, proporcionando uma alteração da realidade, leve euforia, bem-estar, letargia, aumento do humor, aumento do libido, paranóia, falta de coordenação motora, falhas na memória, entre outros efeitos. Lembrando que varia de acordo com o usuário.
A erva usada para fins terapêuticos auxilia como estimulo para o apetite, alivia estresse, problemas de insônia, entre outros fatores.
Os usuários, em relação a legalização da erva, alegam que se o tabaco e álcool é legalizado, porque não a maconha? Se não causa danos a terceiros (como furto, sequestro…) o governo não pode evitar que façam danos a eles próprios. Entretanto, o narcotráfico é uma das justificativas do governo sobre a proibição da droga, mas, de fato, o tráfico só existe porque a droga não é legalizada, caso contrário, não haveria motivos para tal. Defende-se que a legalização não aumenta o vício, e sim, reduz o narcotráfico. Outro fato importante que decorreria da legalização da maconha seria que mais pessoas experimentariam a droga.
Recentemente, alguns políticos têm se prontificado a favor da legalização, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e o deputado federal Fernando Gabeira, autor de um livro sobre a droga publicado pela Folha. O presidente dos EUA, Barak Obama disse que já usou maconha quando jovem.
Fica a questão, legalizar ou não a maconha? Quais as conseqüências que isso causaria? Seriam positivas ou negativas?
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