Por: Micael Delgado

Há algum tempo, o presidente Lula aparece na imprensa sempre acompanhado da ministra Dilma Rousseff. Acredito que sejam poucas são as pessoas que ainda não estão cientes, mas Dilma é a principal candidata a eleição de 2010 pelo PT, e as aparições tornam seu rosto mais familiar para os eleitores.
Antes de marcar presença na imprensa, a ministra fez uma série de plásticas e deixou sua aparência mais jovem, tirando o excesso de olheiras e as rugas, porém, não conseguiu mudar ainda sua antipatia.

Dia 25 de abril, Dilma Rousseff anunciou que havia extraído um tumor maligno da axila esquerda. Todo país chocou-se com a coletiva que a ministra deu, esclarecendo e respondendo todas as perguntas sobre o assunto, o que aumentou seu índice de popularidade.
Por que não duvidar da doença da futura candidata do PT? Há algum tempo, é notável que exista um imenso planejamento para torná-la popular, para o povo engolir mais um candidato que, depois de muito marketing, conseguira o cargo de presidência, como foi o caso de Lula e toda sua campanha.
Dilma Rousseff se recuperará do câncer, ficará polêmica, de maneira positiva, com uma vitória da doença. Todos olharão para ela como uma vencedora, sua popularidade aumentará, e o embate com Jose Serra (candidato do PSDB) será mais acirrado, e a possibilidade de vencer as eleições será maior.
Imagine, escrito nos tabletes “Depois de uma recuperação vitoriosa, Dilma Rousseff assume a presidência do Brasil”. Sua doença pode inspirar slogans, será benéfica a sua campanha, e, ao contrário de Tancredo Neves, que tentou esconder que estava doente, Dilma utilizou sua condição da melhor maneira possível, e, enquanto todos lamentam seu câncer, uma grande estratégia por trás disso vem inserindo a imagem da ministra na cabeça do povo.




