A polícia do Rio Grande do Sul acredita ter derrubado um dos principais grupos Neonazistas da cidade após aprender mais de 300 materiais como bombas caseiras, fotos, dvds, livros, facas, estiletes, roupas com suásticas e até mesmo fardas militares.
O material foi apreendido nas casas de cinco integrantes que participavam de um grupo neonazista intitulado de New Land.
Na madrugada do dia 21 de abril, um casal foi assassinado após uma festa de apologia ao nazismo, organizada em uma chácara, em Campina Grande do Sul, marcada pela internet. João Guilherme Correa é apontado como o autor do crime.
Além das vítimas Bernardo Dayrell e sua namorada Renata Waecheter, outras duas pessoas estariam nos planos dos neonazistas, uma no Rio Grande do Sul e outra em São Paulo.
Dez dias após o crime, Ricardo Barollo, Jairo Maciel, Rodrigo Mota, Gustavo Wendler e Rosana Almeida foram presos por suspeita.
Segundo o site Paraná-Online, a polícia apurou que Ticardo Barollo e Bernardo pertenciam ao mesmo grupo, porém, cada um seguiu para uma linha diferente, levando consigo alguns membros.
Barollo defendia a idéia de criar um país nazista, sem influências de homossexuais, negros e judeus. “No caso de Barollo, quem quisesse integrar o grupo tinha que passar por uma prova de conhecimentos gerais, caso fosse reprovada automaticamente tinha suas pretensões frustradas.” Além de ter pele branca e de preferência descendência européia.