E aí que eu não tenho nada a ver com isso.
Mas é inevitável. As pessoas ao nosso redor assistem, comentam e discutem. No mundo virtual repleto de protestos e futilidades, não é diferente.

Antes de começar o Big Brother Brasil 12, já vi algumas manifestações de internautas criticando o programa, denominando-o de “sem cultura” como se tudo que acontece tem que priorizar a cultura.

Eu não assisto porque não vejo graça, mas se já está na décima segunda edição, com o alarde que tem na emissora, não sou eu quem vou julgar se o programa é bom ou não. Não vou e não posso julgar a competência de quem está atrás ou na frente da tevê.

Minha tevê tem um botão chamado “power”.

Hoje vi uma frase que descreve muito bem o início do BBB:
“Aproveitem que o BBB está começando e cuidem da vida deles, e esqueçam da minha. Obrigado.”